Alimentos antioxidantes podem reduzir risco de obesidade, indica estudo

Alimentos antioxidantes podem reduzir risco de obesidade, indica estudo

Dr. Paulo Lara
Dr. Paulo Lara
Alimentação
14 Outubro 2025
Alimentos antioxidantes podem reduzir risco de obesidade, indica estudo

Um cardápio colorido e feito com uma grande variedade de vegetais é sinal da presença de antioxidantes. Entre os mais celebrados estão as vitaminas A, C e E, além de sais minerais como selênio e zinco, e grupos de fitoquímicos, caso dos carotenoides.

E todos esses nomes também são mencionados em um trabalho, realizado por pesquisadores da China, e publicado no periódico científico Frontiers in Nutrition, que investiga o elo entre o consumo de antioxidantes e a prevenção da obesidade.

Uma das explicações encontradas no artigo é a de que os antioxidantes podem atenuar inflamações e ajudam a combater a resistência à insulina (distúrbio relacionado com o desajuste no metabolismo da glicose), que são fatores-chave para o desenvolvimento da obesidade.

Combate aos radicais livres

Quando uma substância tem ação antioxidante, significa que é capaz de neutralizar os radicais livres, átomos desemparelhados, que precisam de elétrons para se estabilizar.

Grande parte dessas substâncias são sintetizadas pelos vegetais, para protegê-los em situações adversas na natureza. Defendem contra os raios ultravioletas e as intempéries como tempos de seca, entre outros.

Confira, a seguir, alguns grupos que oferecem antioxidantes:
 

Vitaminas:

Vitamina A
O micronutriente que aparece na gema de ovo, na batata-doce, no leite e no espinafre é reconhecido por zelar pela saúde dos olhos. Mas também desempenha papel importante em prol do sistema imunológico, participando da produção de células de defesa.

Vitamina C
Outra grande aliada da imunidade, a vitamina C está presente em frutas como laranja, acerola, caju e goiaba, mas também aparece na couve e no pimentão.

Diversos trabalhos atestam sua atuação na redução de processos infecciosos. Há, ainda, estudos que associam o nutriente com o fortalecimento dos ossos.

Vitamina E
Abacate, azeite e nozes são exemplos de fontes da vitamina E, que, pela potente ação antioxidante, se destaca em estudos pela função cardioprotetora e por ajudar a afastar o envelhecimento precoce.

Minerais:

Selênio
Sua maior fonte é a castanha-do-pará, basta uma unidade para suprir as necessidades. O selênio coleciona evidências por atuar na diminuição do risco do câncer. Também está relacionado ao combate de problemas cardiovasculares e danos cerebrais.

Além da castanha, frango, feijão, leite e seus derivados, são fornecedores.
 

Zinco
Fundamental para crescimento e o desenvolvimento, já que participa na produção das células e entra na receita do colágeno, o zinco não pode faltar no cardápio da criançada.

Ele também colabora com o sistema imunológico. Quando falta o zinco, abrem-se brechas para a entrada de oportunistas perigosos, caso do vírus da gripe.

Sardinha, aveia e o grão de trigo oferecem a substância.
 

Carotenoides
Trata-se de uma grande família de pigmentos, que conta com integrantes famosos.

O licopeno, que dá o vermelho ao tomate, melancia e pitanga, está envolvido na redução do risco de câncer, sobretudo o de próstata.

Já o betacaroteno, que pinta cenoura, manga e abóbora, tem se destacado por proteger os olhos e os ossos.

Menos conhecidas, a criptoxantina e zeanxantina atuam em prol da saúde ocular. Trata-se de uma dupla que colore frutas como a nectarina e o pêssego e hortaliças como a couve e o espinafre.

Fonte: CNN Brasil

Quer cuidar melhor da sua saúde com informação de qualidade? Acompanhe meu perfil nas redes socias e descubra como a nutrologia pode transformar seu bem-estar.

Sua melhor sensação é um corpo saudável.

Preencha os campos e aguarde o nosso retorno, até lá!

siga meu Instagram